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Ser bonzinho é sempre bom?

janeiro 15, 2013

Oi Pessoal!

“A ninguém fiqueis devendo cousa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei… e se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Romanos 13:8-9)

Acabei de ler um trecho do livro “Quando as pessoas são grandes e Deus é pequeno” ( Edward T. Welch, Editora Batista Regular… resenha em breve, assim que eu concluir a leitura!) e não tive como não pular do sofá e vir para o computador para transcrevê-lo. é simplesmente excelente. Espero que sirva para a sua edificação e reflexão, assim como serviu ( e está servindo no momento) para mim!

Aqueles que gostam de agradar demais as pessoas confundem “ser bonzinho” com amor. Agindo assim, ficam propensos a serem manipulados pelos outros, e o que se segue, na certa, é a destruição. Os que querem agradar as pessoas também confundem “sim” com amor. Mas “sim” pode ser muito imprudente. Pode não ser a melhor maneira de pagar a nossa dívida de amor. Dizer “sim” para uma tarefa pode nos afastar de outra mais importante. Pode significar que iremos fazer algo que uma outra pessoa poderia ter feito melhor. Pode significar que iremos dando força aos pecados que os outros cometem normalmente. Pode significar que interpretamos a igreja de maneira egocêntrica e não como um corpo, pensando: “Se eu não fizer, ninguém fará.”
Portanto, “sim”, “ser bonzinho” e “abnegação” não são necessariamente o mesmo que amor. Eles podem ser meios pelos quais estabelecemos nosso próprio significado e identidade pessoais mais do que expressões criativas de amor aos outros.
(…) Devemos amar as pessoas e precisar menos delas (para satisfazer os nossos anseios psicológicos). Da mesma maneira que o amor por Deus expulsa o terror de Deus, o amor pelas pessoas expulsa o nosso medo de que elas possam nos envergonhar, nos machucar fisicamente ou nos rejeitar. (…) A geração do egoísmo, do valor próprio, da autoestima, do “que é que eu ganho com isso”, do “eu”, introspecção descontrolada e análise pessoal – estamos finalmente prontos para uma mudança. O individualismo acabou. De uma perspectiva estritamente prática, descobrimos que o individualismo não funciona. Como um antídoto, a nova palavra da moda é comunhão.

O problema é que a menos que haja uma mudança radical na maneira como vemos a Deus, nós mesmos, e aos outros, a comunhão se tornará apenas uma outra estratégia para que nos sintamos melhor conosco mesmos. Ela aliviará a nossa solidão, e nos sentiremos mais “ligados”, mas se buscarmos a comunhão para a nossa própria satisfação em vez de para a glória de Deus, o movimento de comunhão será simplesmente uma moda passageira. Vamos incentivar uns aos outros para estabelecermos a comunhão da nossa igreja no amor de Deus.

Né?

Abraço a todas,

Naná

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2 Comentários leave one →
  1. Débora permalink
    janeiro 18, 2013 11:28 pm

    Eu precisava dessa reflexão! Obrigada!

  2. fevereiro 22, 2013 11:22 pm

    Hoje eu também precisava ler isso, Deus te abençoe rica e abundantemente.

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