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T-Rex Park Campinas: eu fui!

julho 21, 2017

Olá pessoal!

Hoje fomos conhecer o novo parque de diversões aqui do interior de São Paulo, o T-Rex Park. Como postei duas fotinhos no Instagram e muitas pessoas perguntaram por lá ou inbox ou WhatsApp (rsrs) sobre como era, resolvi fazer um post contando a minha experiência, algumas dicas e impressões.

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Bom, o parque está novíssimo, não tem nem 1 mês que inaugurou ainda, e os horários de funcionamento são de segunda a domingo das 10 às 20h. O parque fica dentro do shopping Parque Dom Pedro, em Campinas, cerca de 90km de São Paulo, e adoráveis 2km da minha casa! Por isso, eu realmente estava sem desculpas para deixar de ir visitá-lo nessas férias. As entradas das Pedras e das Colinas são as mais próximas. Ao contrário do que eu pensei, a entrada não é por fora do shopping, então tem que entrar mesmo em uma dessas duas e se informar. Para os que conhecem um pouquinho do Dompas (apelido carinhoso que os campineiros atribuíram ao shopping), fica pertinho do Walmart!

Por enquanto, a meia entrada custa 50 reais, e o ingresso inteiro custa 100. Tem umas promoções de combo família, quanto mais gente vai, mais barato vai ficando. Como eu também pago meia entrada, para mim compensou o ingresso tradicional, pois paguei 150 nas 3 entradas, e o combo ficaria 170 para 3 pessoas (ao invés de 200, no caso de 1 adulto e 2 crianças).

Chegamos lá por volta das 11 horas da manhã, e fomos hoje (quinta-feira), um dia de semana, mas de semana de férias rsrs. Não estava lotado quando chegamos, e a fila na bilheteria também era simbólica. No entanto, por volta das 13h, a coisa foi ficando feia, muita gente, aí as filas nos brinquedos cresceram bastante, principalmente na torre panorâmica e no super Dino, que é uma mini montanha russa que meus filhos adoraram! Esses dois são os mais concorridos, e por caber só 10-12 pessoas por vez, a fila se acumula. Nos demais, a fila não durava mais do que 5 minutos… com exceção da praça de alimentação, que vou falar daqui a pouco!

Depois dessas informações introdutórias, vamos ao parque! Pontos fortes, pontos fracos, alimentação,  e dicas entre uma coisa e outra:

  • Pontos fortes:

O parque consegue ser grande e pequeno ao mesmo tempo! O espaço não é gigante, mas foi muito bem aproveitado. Não fica muvucado para andar pelas ruas do parque, os banheiros são limpos e distribuídos de forma estratégica.

Uma coisa que gostei muito foi o fato de que a maioria das atrações são para crianças do tamanho das minhas (4 e 5 anos). A altura mínima para a maioria dos brinquedos é de 1,00m, mas alguns permitem a entrada já com 75cm. Outros tem limite máximo de altura de 1,30. O único brinquedo que eles não poderiam ir pela altura é um de arvorismo, pago à parte.

Tem roda gigante, barco viking baby e para crianças maiores, torre panorâmica (que não despenca, só sobe e desce girando devagar), duas montanhas russas (uma estava fechada hoje), trenzinho, passeio de dinossauro (duas opções, uma delas é paga à parte), dentre outras opções. Tem também um mini parquinho, que chamaram de espaço kids, bem do lado da praça de alimentação, um dos poucos lugares com sombra no parque!

O parque é todo decorado com – óbvio- dinossauros de várias espécies, que se mexem o tempo todo, é divertido. No centro do parque tem uma arena de show, e tem uma apresentação de cerca de 15 minutos em alguns momentos do dia (não darei minha opinião pública sobre isso, hahaha, veja por você), e sessão de fotos com os personagens no final. No entanto, os personagens também dão umas voltas pelo parque de vez em quando, então dá para tirar fotos com eles em outros momentos também.

  • Pontos fracos:

Bom, o primeiro ponto fraco é a contraposição de um ponto forte… hehe… imagino que crianças maiores e/ou pré-adolescentes, a partir de uns 12 anos, não curtam tanto. Ele realmente é um parque para crianças menores… não sei se chega a ser um ponto fraco, mas é importante mencionar isso para que pré-adolescentes amalucados não cheguem lá achando que vão dar loopings e atirar em dinossauros sangrentos….. a pegada é bem diferente e é bom que todo mundo vá avisado!

Um ponto fraco que acho que merece destaque é que só tem dois lugares que vendem água, apesar de ter mais pontos de venda de alimentos no local. No entanto, como você leu esse post antes de ir, vá prevenida! Leve lanche, água…. ou chegue cedo e compre as fichas assim que chegar! Eu resolvi comprar tudo perto das 13h e foram 40 minutos de fila, mais aquela busca constrangedora e quase sangrenta por mesas vazias na praça.

E o último ponto fraco, mas que pode ter sido o horário… é a ausência de sombra!!! Não sei se chega a ser ruim, mas… tem que ir preparado. Eu fui, levei protetor solar, boné etc etc, mas ainda assim tem hora que você anseia por sombra… e não tem muita opção. Como o parque é no shopping, acho que muita gente pensa que ele é meio coberto, mas ele é totalmente aberto! Por isso, leve protetor solar, boné, e até troca de roupa para as crianças, que eu certamente teria usado se tivesse levado…. esquentou bastante!

  • Alimentação:

Tem uma praça central de alimentação com muitas mesas na sombra. As opções são aquelas “de parque”: pastel, pipoca, hot dog, salgados, refrigerante, água, suco, algodão doce, churros e maçã do amor.

Os preços são “ok”, já vi exploração pior. O pastel custa 8 reais, combo de hot dog com refri 15 reais, churros 6, algodão doce 5…. Além dessa praça central, tem uma barraca só de pipoca e doces, e uma barraquinha de churros. Nós comemos o pastel (gostoso, sequinho!), algodão doce (Ester não gostou!rs) e o churros (eu peguei e não curti, aquele doce de leite com gosto de creme que não é doce de leite). Além disso, eu levei salgados e umas bolachinhas para tapear a fome entre uma fila e outra. Funcionou bem, mas se eu for de novo vou levar mais lanche E ÁGUA!

Saímos de lá por volta das 15:30, logo depois do show, porque o João já estava com o humor viradíssimo e o parque estava BOMBANDO. Então assim, ficamos lá das 11 às 15:30 e vimos tudo o que tinha para ver. Só não fomos na montanha russa fechada, e numa atração de metralhar bolinhas porque as crianças não se interessaram. De resto, fomos em tudo, paramos, comemos… então não é assim um passeio para o dia inteeeiro. Fiquei até pensando em fazer um teste numa oportunidade futura e chegar no parque por volta das 17h, pra ver se é mais vazio e também para aproveitar o sol mais ameno e o anoitecer. Se alguém for nesse horário, conte aqui como foi a experiência!

Chegamos em casa às 15:40 (precisava esnobar) e as crianças dormiram pesado até as 18:20… e eu também! Eles aproveitaram bastante mesmo, e curtiram. Sem dúvida, vale o programa diferente!!

Abraços a todas e boas férias com a criançada….

Naná

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One Comment leave one →
  1. Vania permalink
    julho 21, 2017 4:06 pm

    Lá no moms uma mãe contou que chegou às 16:30… vou tudo e naonpegou quase nada de fila pq o parque esvaziou!

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